Cias: Aulas Fio de Escarlate

É comum dizer que as igrejas evangélicas estão crescendo, dominando o congresso com a segunda maior bancada, infiltrando-se no mercado de música, estimativas apontam que a venda de músicas gospel alcançou R$ 15 bilhões no ano passado. Agora, imagina uma igreja que nasceu em Vilho Velha – ES, em 1968, e atualmente tem 6 mil templos pelo Brasil e exterior? Sim, essa é a Igreja Evangélica Maranata (ICM).

Ela foi criada após um racha em igrejas protestantes, fazendo os dissidentes formarem uma nova, pregando doutrinas do batismo do Espírito Santo que é experiências enviadas por Jesus Cristo. O nome “Maranata” significa chamado, retorno de Jesus.

Porém, o que mais impressiona é alguns costumes da Igreja. A “consulta do dom” é uma delas, que é quando um membro tem seu rituais decidido após consulta da bíblia. Outro e mais interessante costume vem após estudos da aula fio de escarlate, quando eles tentam “decifrar” o mistério que, Jesus enviou para os membros alcançar menos momentos de lutas e aflições.

Agora, vamos ver o lado mais comercial da Igreja. Ela faz transmissões via satélites de cultos, tem canais próprios no Youtube e a rádio Maanaim foi feita por eles. Dá para perceber que em mídia eles estão em quase todas plataformas. Já nas redes sociais, a maior página da Maranata tem 28.991 curtidas contra 112.435 da rádio deles.

A Maranata tenta fazer parte da vida dos membros, prova disso é a educação e cursos que eles oferecem. Algumas capitais tem escolas da própria Igreja que oferecem educação básica até ensino médio, como o Instituto Maranata em São Paulo e a Escola Batista em Curitiba.

Ainda por fim, para mostrar a grandeza dessa religião, é a quantidade de fiéis em diversos membros e estados. Pelo Brasil, tem uma grande quantidade de igrejas Maranata em Minas Gerais e Espírito Santo. Já em outros países, Portugal é o país estrangeiro com maior quantidade de filiais com 25 unidades. Até na capital da Dinamarca tem uma unidade… Enfim, como nos não vemos na grande mídia esse destaque nas igrejas evangélicas, até espantamos ao ver esse números.

Crédito: Daniel Borges Correa da Silva